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22 de Julho de 2019 - 

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José Queiroz contesta vagas remanescentes no programa Mais Médicos

A oferta de 2.149 vagas para o programa Mais Médicos, anunciada no último dia 5 de junho pelo Ministério da Saúde, atesta que “o Governo Federal errou quando fez a expulsão dos médicos cubanos em dezembro de 2018”. Foi o que expressou o deputado José Queiroz (PDT) em pronunciamento na Reunião Plenária desta quinta (13). Ele ainda avaliou que houve descaso, naquele momento, com a saúde das pessoas que mais necessitam de atenção primária. “Os médicos cubanos foram praticamente expulsos do País. O despreparo do presidente provocou a revoada de milhares de profissionais que estavam próximos da população e que sabiam proporcionar saúde com amor e carinho”, avaliou. O parlamentar se referia ao anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro, antes da posse, de que iria rever os termos da cooperação com o país caribenho, o que teria motivado Cuba a antecipar o fim do contrato. O programa atende, principalmente, áreas de extrema pobreza e populações indígenas. A atual convocatória, segundo José Queiroz, foi feita devido à desistência dos médicos que se inscreveram após a saída dos cubanos. “Os profissionais de saúde que foram apressadamente, mal-informados, já regressaram, porque não quiseram atuar como médicos da família. Os que vão ser convocados vão cumprir o mesmo papel: chegarão sem experiência e sem entender o que é a saúde da família, a saúde básica, o atendimento primário”, afirmou.
13/06/2019 (00:00)
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